A idade Não é sinónimo de degeneração…

Eu farto-me de dizer aos meus clientes: a idade não tem nada a ver com a forma física! Mas eles não acreditam em mim! Ora aqui está uma prova provada (91 anos…vale a pena ver!) 🙂:

 

E já agora, o que SIM tem a ver com a perda de forma física e mental são as debilidades que vamos acumulando no nosso sistema, sob a forma de stresses e tensões da vida – a “ferrugem”. Desfaça-se dela de vez com a TBI e livre-se das debilidades que o impedem de viver livre!

A “Lua de Maio”, o Biomagnetismo e “o Reumático”

Lunar_libration_with_phase_Oct_2007_450pxHá uns dias atrás, falava com uma pessoa na aldeia (ainda com a “sabedoria dos antigos”, que se começa a dissipar cada vez mais), e falávamos deste tempo de trovoada que agora aparece e ele pergunta: “em que lua estamos? Deve ser a lua nova, a lua de Maio, que é sempre a pior do ano para estas coisas”.

Intrigado fui verificar – certinho. A Lua Nova estava a entrar nesta altura.

Perguntei-lhe o que queria dizer com “a Lua de Maio” e explicou que, em cada mês, ocorre uma lua nova, que é o começo de mais um ciclo lunar. Em cada mês existe sempre uma lua nova, e em certos anos, um dos meses pode ter até 2 luas novas dentro desse mês. Disto eu sabia o porquê, e esta explicação diz-nos muito sobre o relógio fantástico que é este Universo, e mostra também o quanto nos temos desviado das suas leis naturais, como um comboio que anda sempre um pouco depressa demais para os carris onde anda:

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“Conversas Sobre Terapia Energética” – Entrevista #1

O vídeo abaixo apresenta a primeira entrevista do que espero venha a ser uma série de “Conversas Sobre Terapia Energética”, com convidados estrangeiros e portugueses, ligados a diversas áreas e com diversas experiências neste emergente campo de conhecimento, altamente aplicado e com um benefício potencial tremendo. Ouça e beneficie!

Neste primeiro episódio tive o prazer de entrevistar em directo e em exclusivo um terapeuta energético americano que me inspirou muito quando conheci este trabalho, pelo seu entusiasmo, humanismo e boa disposição. Foi ele que me fez realmente ver o potencial enorme deste trabalho! Espero que desfrute.

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A Mais Avançada Tecnologia Não Está Onde Nós Pensamos: Samskaras e a TBI

818206065<<Tudo aquilo que conheces hoje como “eu”, não é mais do que a acumulação de impressões…Tu estás consciente apenas de uma parte pequena das tuas acumulações…nem sequer estás 100% consciente daquilo que acumulaste. Por causa do tipo de acumulações que tens, desenvolveste certas tendências, e por isso moves-te naturalmente em certas direcções.>> – Sadhguru (em vídeo)

A estas “impressões” os budistas e yogis chamaram Samskaras. Estas são as impressões internas acumuladas ao longo das existências e de acordo com as impressões que retiramos das experiências que fomos tendo, e que por isso determinaram e determinam ainda a forma como vemos e percepcionamos o mundo, a nós próprios, e “à nossa vida”. A verdadeira causa de tristezas ou felicidades, más ou boas fortunas, doença ou saúde, está nestas impressões ou representações internas, que nos fazem ver e reagir ao mundo da forma única que cada um de nós vê e reage.

Sintomas físicos e emocionais desconfortáveis e “más fortunas” não são mais do que uma consequência natural da activação e processamento destas impressões internas acumuladas, a grande maioria delas inconscientes. A TBI é a tecnologia que nos permite identificar e rapidamente neutralizar estas impressões. Uma vez feito isto – o que pode demorar um segundo se tivermos sorte e pontaria! – o sintoma, a consequência natural da impressão activada, simplesmente e naturalmente desaparece. 

É assim que sintomas físicos e reacções emocionais são erradicados de forma elegante e sofisticada como temos visto, directamente do computador central do sistema que governa toda a nossa existência. Haverá tecnologia mais avançada do que esta? Duvido.

No Campo do Coração

No campo da mente tudo é limitado. No campo do coração tudo é possível (Literalmente).

No campo da mente processamos um bit de informação por instante, no campo do coração temos todo o tempo e o espaço do mundo; nele habita o infinito e experienciamos tudo e nada ao mesmo tempo.

O campo da mente é pessoal; o campo do coração é totalmente impessoal.

O campo da mente é linear e preciso, o campo do coração é vasto e gloriosamente imprevisível. 

O campo da mente é estas palavras, entendidas, computadas e analisadas uma a uma, de onde retiramos conclusões lógicas. O campo do coração é o todo, onde tudo já é sabido, nada é entendido, e não há nada para aprender, só experienciar. No campo do coração experiencia-se; é o campo dos milagres, do amor, e da alegria perpétuas.

Viver um tempo infinito num instante (e ver que só passou um segundo no relógio) é ter estado no campo do coração, no domínio do Ser. Vasto como o infinito, perpetuamente alegre.

Mães e Filhos

mae-e-filho-pixabayUma mãe chega a uma consulta comigo lamentando-se que o filho ou a filha tem problemas. Geralmente nestes casos são crianças pequenas, entre os 2 e 10 anos de idade, mas também podem ser adolescentes ou até adultos. Eu vejo a criança e não lhe encontro problemas particulares. Ok, pode ser um pouco irrequieta sim, um pouco nervosa talvez, inquieta, mas não tanto para encontrar nisso uma “deficiência” que leva os pais a ir de médico em médico à procura da solução. Então sugiro o seguinte: tratemos a mãe para essas (e outras) ideias, percepções e sentimentos em relação ao filho/a (e à sua vida no geral) e veremos o que acontece.  Continuar a ler “Mães e Filhos”

Os Princípios do Contentamento

Recentemente fui introduzido ao pensamento dos estóicos, filósofos greco-romanos do início da nossa era com uma filosofia de essência socrática do meu ponto de vista e que tinham coisas muito interessantes a dizer sobre a felicidade (ou mais apropriadamente o contentamento), um estado segundo eles desejável e atingível, em que consistia e como obtê-la. Duas premissas fundamentais podem ser retiradas dos seus ensinamentos:

1 – não são as coisas, pessoas ou acontecimentos externos que nos fazem sofrer em si mesmos, mas a nossa interpretação sobre elas;

2 – há coisas que podemos controlar e coisas que não podemos controlar. Só nos devemos preocupar com aquilo que podemos controlar, tudo o resto não é da nossa conta.

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A Raíz do Sofrimento

Se investigarmos bem, a raíz do sofrimento estará sempre numa ideia simples subjacente: as coisas TÊM QUE ser de uma certa maneira e não o são para a pessoa que as vê. Todas as emoções negativas – raiva, frustração, tristeza, etc. – advêm na base desta ideia: as coisas deveriam ser de outra forma que não são. E que podemos fazer nós para mudá-las?

Faz lembrar a birra de um menino mimado que quer que algo seja como ele quer, mesmo sabendo que não está no seu poder decidir. É loucura. Sábio e verdadeiramente contente é aquele que aceita tudo como é, pois sabe que a única coisa que está no seu poder decidir e mudar é a forma como aceita ou não a sua interpretação das coisas, e que sabe distinguir aquilo que está no seu poder mudar (a forma como vê as coisas), daquilo que não está (a forma como as coisas são).

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