Continuando a Quebrar o Tabu.

Bem, como já comecei, vou continuar.

Todos os dias, ao longo dos anos, pensei partilhar o que se passava, a cada sessão, no meu consultório: “Tenho que escrever sobre isto chegando a casa! É incrível!”. Mas depois passava-me: a tal vozinha interior que me dizia algo como “oh, não vale a pena, não vais mudar nada”, convencia-me.

Esperava também, talvez naturalmente, que o entusiasmo e fascínio por estes métodos e os resultados obtidos, claramente revolucionários no tratamento da saúde e do bem-estar físico e psicológico das pessoas, crescesse de forma orgânica entre a população, à medida que mais e mais pessoas iam beneficiando deles. Mas não. Como expliquei, e para muita surpresa minha, isso não aconteceu. Muito pelo contrário, existe como que um muro enorme, pesado e invisível, um tabu inconsciente colectivo silencioso sobre tudo o que é “energético” ou “estranho”. Se não fosse tão doloroso para quem faz um trabalho consistente e extraordinário na área, era até fascinante e intrigante de observar este aspecto da psicologia humana. Mas na verdade dói, e por isso quero quebrar este e mais uma série de tabus sobre as “terapias bioenergéticas” e afins.

Status Quo?

O que eu faço acaba por parecer “ameaçar” os mais dispares grupos de pessoas, pois toca fundo na psicologia humana. Por um lado, grande parte da classe médica e de investigação científica que, na sua grande maioria, tende a ignorar e a pôr de lado, logo à partida, tudo o que possa parecer “charlatanice”, mesmo não o sendo, ignorando até os resultados comprováveis que se conseguiram já ao longo dos anos, e que equipas de médicos, exames e tratamentos vários não conseguiram resolver em muitos dos casos que tratei. Entendo o cepticismo mas não o aceito. Isto não serve ninguém e magoa a quem faz um trabalho digno e de excelência há muitos anos. No mínimo observa-se, pergunta-se e investiga-se.

Poderia também pensar-se que pessoas “mais ligadas às energias” e a tudo o que é “alternativo” fossem estar mais abertas e seriam mais aceitadoras do trabalho que faço. Isto também, para surpresa minha, não se verificou no geral. Estas também têm as suas ideias pré-concebidas e, apesar de “alternativas”, o meu trabalho consegue ser ainda mais “alternativo”, o que também não encaixa muito bem em muitas das ideias pré-estabelecidas e que nos custa muito abandonar. Existem, claro, pessoas do ramo que muito apreciam e desejam aprender muito mais sobre este método, mas no geral, e incrivelmente, encontro o mesmo tipo de fechamento e cepticismo em relação ao que faço também aqui, tal como encontro no grupo de médicos, e “cientistas” e proclamados intelectuais. A razão é a mesma: não compreendem, passa muito para além dos seus radares, e assim a tendência é de fechamento, ignorar ou desprezo, porque, francamente, é mais fácil. Como ouvi o entrevistador Joe Rogan dizer recentemente: o mais fácil é ser-se céptico, é a forma mais preguiçosa de se olhar para algo pois não exige investigação profunda; não dá trabalho nenhum, e fica-se sempre bem.

Quer Mesmo Ficar Sem Dores?

Incrivelmente, acho  até que é num outro ponto específico onde se encontra talvez o maior obstáculo e o maior paradoxo ao entendimento destes métodos – são até precisamente os resultados formidáveis que muitas vezes se obtém, visíveis a toda a gente, e que geralmente ultrapassam o que é considerado possível ou real no entendimento atual, que mais confunde, afasta e assusta as pessoas! São os próprios resultados, que deveriam de facto falar por si mesmos, e convencer naturalmente as pessoas, fasciná-las e entusiasma-las, que no entanto mais as parecem deixar confusas e céticas!! É ou não é um fenómeno interessante da psicologia humana?

Acredito que isto acontece porque tudo o que passa para além do nosso radar de entendimento, ou não é simplesmente registado, ou assusta porque é desconhecido. Mais vale ignorar.

“Como é que ele trabalha? O que é que ele faz realmente?”, costuma ser a pergunta principal de familiares e amigos feita aos meus pacientes quando eles querem saber mais depois de constatarem claras e óbvias melhorias nos meus pacientes. Quando estes procuram explicar, o melhor que podem (que realmente é difícil pelo pouco que se percebe sobre isto) aos seus ouvintes, eles simplesmente não registam ou não “acreditam” naquela conversa. É bom demais para ser verdade, é “esquisito”, e é portanto melhor fugir do tema. É, como eu disse, bem mais fácil ignorar do que explorar. É triste isto, principalmente para quem pensava que estava a ajudar uma sociedade a crescer e a ser mais feliz. É mesmo como quem podia ter um diamante nas mãos e não o vê simplesmente, perdendo uma oportunidade de ouro.

Mesmo no desaparecimento de uma dor ou de uma ansiedade a um paciente (muitas vezes em 1-2 sessões), é preciso muitas vezes fazê-lo reparar realmente no que aconteceu pois já está a pensar somente na queixa seguinte. “Já reparou no que aconteceu? Já pensou bem nisso?”, tenho que inquirir. Noutras ocasiões ouvi muitas vezes a queixa: “Ai, só queria ficar bem! Não queria mais nada neste mundo! Era a coisa que eu mais queria!”. Mas depois, quando realmente isso acontece e  a resolução do problema/sintoma “que era o que eu mais queria” se dá graças a estes métodos (muitas vezes depois de vários anos de sofrimento!), é como se nada tivesse acontecido em certos casos! As pessoas literalmente até se esquecem das maleitas que tiveram! Quanto mais lembrarem-se como aconteceu a cura… Isto é autêntico e acontece! Talvez por ter sido tão rápida e subtil e invisível simplesmente é como se nunca tivessem estado mal. Nem se lembram. Talvez este aspecto de subtileza até seja o factor mais importante aqui – se nada pareceu acontecer, como posso dar valor a algo sem aparente substância, peso, ou cor?

É ou não é um fenómeno curioso? Por isso é preciso fazê-las notar, senão “o radar” não regista.

Como Abrir os Olhos às Pessoas

Então, como abrir sistematicamente os olhos às pessoas? Eu francamente não contava com esta reação tão negativa (ou melhor, resistente) das pessoas, este tremendo fechamento, e choca-me bastante. Agora estou a chegar à conclusão que só falando, que só desabafando (nem que seja pela minha própria sanidade mental!) eu poderei ter alguma hipótese de chegar às pessoas e de lhes abrir um pouco os olhos e os horizontes. Isto porque elas não vão acordar por si só infelizmente. Vivemos ainda muito dentro de um “casulo” e vemos muito pouco horizonte. Muito pouco mesmo, quando há tanto! Assim, tem que se puxar pela humanidade. É isso que eu espero fazer mais e mais com o resto da energia que me resta.

Ser Como Uma Criança

Outro dia a minha sobrinha de 10 anos veio animadamente ter comigo exclamando toda contente à frente de toda a gente que a podia ouvir: “Tio Helder, tio Helder, já não tenho medo de abelhas! Estás a ouvir? Já não tenho medo de abelhas!!”. “A sério?”, perguntei-lhe eu. “Tens mesmo a certeza?”. “Sim, outro dia tinha uma abelha grande a voar mesmo pertinho de mim e não tive medo nenhum!”. E ela tinha PAVOR a abelhas – apenas falar delas a aterrorizava – quanto mais imaginar ou sentir uma perto dela.

Porque digo isto? Porque foi através de umas sessões com ela, usando as minhas terapias, que a ajudei a acabar com o pavor que tinha de abelhas. Eu, claro, fiquei todo o contente (apesar de ser um resultado comum das minhas terapias), e ainda fico agradavelmente surpreendido com cada um deles.

Porque falo desta reação da minha sobrinha? Porque não encontro a mesma animação e a mesma declaração de muitos dos meus pacientes, apesar de terem muito boas razões para isso. Isto não quer dizer que não tenham sentido a mesma exclamação e alegria! Claro que sentiram! E devo ser correcto – a maioria mostra-me de facto a sua profunda gratidão, carinho e consideração por mim e pelo meu trabalho claro! Mas não sai dali… Quantos “milagres” como estes, como dores que desapareceram, traumas, etc. passaram completamente desapercebidos aos olhos do mundo? E, claro, isto é uma grande pena. É uma pena porque assim o mundo não cresce, o ser humano não cresce, a sociedade e a nossa cultura não cresce. Temos potencialidades incríveis inexploradas dentro de nós, mas se continuamos a viver de mesquinhez e de medo (que infelizmente, tenho que admitir, ainda nos domina), se não conseguirmos voltar a sentir a abertura, a inocência e o deslumbre da criança, estamos lixados muito francamente. Vamos continuar a sofrer imenso, e inadvertidamente.

Magia, Magia, Magia!

Existe “magia” no mundo a acontecer a cada minuto e estamos adormecidos a ela. Está na hora de acordar. Eu irei fazer o que as minhas forças me permitirem ainda fazer para dar algumas “sacudidelas” para ver se acordo algumas pessoas pelo menos para ver se deixamos de viver neste entorpecimento de quem sobrevive e não vive verdadeiramente. Sei que não vou mudar o mundo nesta minha vida terrena (apesar de o conhecimento que tenho o poderia fazer se as pessoas estivessem abertas a ele), mas vou pelo menos tentar tocar o máximo numero de pessoas possível e deixar algum toque dessa magia.

Porque infelizmente já percebi uma coisa: pensei que bastava o “toque terapêutico”, o retirar de dores e traumas da forma surpreendente como acontece com esta forma de fazer as coisas, para acordar as pessoas, mas não é suficiente não. Isto aprendi, com muito sacrifício, ao longo de 10 anos já. Por isso decidi, desde já e para começar, converter as minhas sessões terapêuticas em MUITO MAIS do que uma mera terapia. Quero que sejam um espaço de deslumbre, de reflexão, de aprendizagem, em que as dores e os sintomas que vamos aliviando em si mesmos são apenas um ponto de partida, um pretexto ou oportunidade para uma reflexão e um diálogo muito mais profundo, uma oportunidade para uma aprendizagem. Considero isso muito mais importante e muito mais o meu verdadeiro legado do que simplesmente “tirar dores”. As pessoas ficam sem os sintomas na mesma, mas o foco passa a ser em perceberem e pensarem como é que isso aconteceu, e o que é que isso diz sobre elas, sobre nós, os seres humanos em geral, e sobre a nossa evolução e lugar no planeta. Existe algo de muito profundo a acontecer e a aprender com tudo isto, em vez de estarmos permanentemente focados apenas  nas nossas dores e problemas pessoais. Isto também é terapêutico e ajuda-nos a transcender e a crescer para algo muito maior, esquecendo apenas a nossa pequena bolha.

Perdoem-me o desabafo, mas preciso disto. Tenho muito a dizer. Espero que continuem a querer ouvir-me. Eu continuarei a falar. Obrigado.

Tirar Dores Pelo Telefone

Smartphone, Cellphone, Touchscreen, Mobile, TechnologyEu tenho um cliente que vive na França. Ele sofre de dores crónicas e os médicos disseram-lhe que ele tinha uma “doença crónica incurável”, uma condição que só tinha tendência a ir piorando com o tempo, apesar de ele ser ainda muito novo. Era da natureza da doença, diziam os especialistas, e isso explicava as dores que ele tinha, que de facto iam piorando à medida que os meses e anos iam passando. Uma doença dos nervos e músculos. O remédio que lhe deram foi uma injecção que tinha que tomar todos os meses para procurar travar ou desacelerar o progresso da doença.

Claro que o meu cliente estava desesperado e cismático quando chegou até mim, o que, sabendo o que eu sei em relação à relação mente-corpo, não ajudava em nada a sua condição, e talvez estivesse a contribuir para que ela piorasse ainda mais. Mas felizmente eu tenho uma visão muito diferente do corpo humano e de como ele funciona nas suas “engrenagens” mais íntimas, o que causa os sintomas e as doenças, e como resolver estas causas. Como não vejo a doença como uma entidade estática e imutável, estabelecida e rotulada, mas como um processo que, da mesma forma que se estabeleceu e está a decorrer, pode ser revertido e terminado, consigo resolver problemas que, segundo a medicina, são crónicos ou incuráveis. Já tive vários casos assim, que percorreram os melhores especialistas durante anos, apenas para sentirem alívio com estas terapias não-invasivas e tão incríveis (ver Testemunhos para alguns exemplos). Assim, este meu cliente usufrui agora de uma vida quase sem dores neste momento – e só tivemos 3 consultas até hoje. Aparentemente, segundo me disse, desde a segunda consulta que se sentia tão bem que nem sequer queria tomar a injecção mensal que deveria! Aliás, só a tomou umas duas semanas depois do que deveria, por insistência da família.

Fantástico também é eu estar a trabalhar com ele pelo telefone, e o alívio das dores e resolução de sintomas ser tão eficaz como se tivesse na presença dele (esta terapia funciona por foco mental, por um género de “ligação sem fios”, tipo internet universal entre pessoas). Isto é algo que já presenciei inúmeras vezes – pois tive vários clientes que tratei à distância e nunca vi pessoalmente – com verdadeiras “curas milagrosas” no alivio das dores crónicas que traziam. É fantástico isto. Mesmo depois de o ter feito já centenas ou milhares de vezes, fico ainda surpreendido e maravilhado com a sofisticação, avanço e eficácia destes métodos, que estão anos luz à frente da terapêutica atual. São aliás tão avançados que muitas pessoas ou não os entendem, ou mal-interpretam, criando todo o tipo de justificações fantásticas para eles. Ou simplesmente os ignoram. Mas não tem que ser assim. Aliás, basta presenciar o que eu presencio todos os dias no meu consultório para ficarem tão maravilhados e surpreendidos como eu e os meus clientes. Só mesmo visto, experienciado e anotado para se começar a perceber e a mudar as nossas visões das coisas, que estão muito limitadas e atrasadas neste sentido.

Sim, é possível resolver dores crónicas e doenças ditas “incuráveis” com métodos tão inconspícuos como o foco mental e “massagens biomagnéticas” – mesmo à distância. É preciso é ter a arte e a ciência de saber como fazê-lo, e de ver e entender o nosso organismo humano de uma outra forma, percebendo que ele realmente funciona à base de uma energia biológica (bioelectricidade) que corre por ele e o faz mover, assim como de padrões de informação, memórias e ideias que controlam essa energia, que é o que alimenta e faz girar o organismo, seja na saúde, seja na doença. Quando se percebe isto, o céu é o limite.

Pode saber mais sobre como o nosso organismo funciona em corpo e mente, e como são possíveis estes resultados fantásticos no Livro Somos Seres de Luz: A Arte e a Ciência da Terapia em Bioenergia e Informação.

Casos TBI – Tremuras (Tremor Essencial) + Falta de Energia e Desânimo Geral

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Eu tenho relutância em pedir testemunhos à maioria dos meus pacientes, apesar de ver resultados fantásticos todos os dias, e que de facto mereciam ser partilhados. Resultados que iriam revolucionar a medicina como a conhecemos, se alguém os estudasse, e presenciasse aquilo que presencio. No entanto sinto que a maioria das pessoas prefere manter a sua anonimidade, e procuro sempre preservá-la. No entanto, de quando em vez, lá peço um testemunho aqui e acolá, e geralmente as pessoas acedem. Tenho alguns testemunhos em video e escritos que ainda não publiquei, mas hoje gostaria de partilhar este, de um senhor que teve a amabilidade de partilhar a sua experiência pessoal, nas suas próprias palavras. Com gosto pela escrita, decidiu escrever-me o seu depoimento, que a seguir partilho. O facto de estar escrito à mão, pelo seu próprio punho, como descreve no seu texto, é só por si um potente testemunho da eficácia desta terapia – isto seria impossível antes de termos começado a nossa terapia!

O senhor sofria, entre outras complicações, de tremuras notórias nas mãos em especial, o que o impedia de escrever correctamente, ou fazer tarefas simples do dia-a-dia como se alimentar. Quando “conectei” com o seu sistema nervoso, era bem notória esta trepidação interna. Trabalhei isto com os meus métodos, com o objectivo de suavizar e re-harmonizar esta trepidação no sistema nervoso, eléctrico e magnético do corpo, o que faço para resolver todos os casos (o sistema nervoso controla tudo no organismo, e re-harmonizando este sistema, re-harmonizamos todo o organismo, ver livro Somos Seres de Luz). Felizmente, desde a primeira sessão que notou diferenças, que se mantiveram e aprofundaram a cada sessão. Em pouquíssimas sessões já não se sentia trémulo, e podia fazer as atividades que antes lhe pareciam impossíveis.

Como disse, isto é apenas mais um caso ilustrativo, de maneira nenhuma único. Gostava que as pessoas percebessem que isto se trata de uma nova ciência e medicina, que de facto vai à raíz de muitos problemas que não encontraram solução por outros métodos, mesmo na medicina convencional, como era o caso com este senhor também.

Já agora, e porque ele menciona pessoas rirem-se quando ouvem falar deste método (enquanto outras aceitam), eu sugiro que pessoas mais céticas ou críticas venham primeiro experimentar, ou melhor ainda seguir e estudar de perto estes métodos em ação uma e outra vez, antes de criticar. É fácil agarrarmo-nos aos nossos dogmas e crenças estabelecidas, e desdenharmos coisas que não entendemos à partida; é muito mais difícil (mas muito mais correcto e nobre) estarmos abertos, sabermos que não sabemos nada do assunto, e ir ver, analisar, perguntar e, de forma aberta, observar antes de se tirar conclusões. Foi isto que fiz durante anos, o que me levou a um entendimento claro e profundo de algo que parece mágico ou misterioso, e a conseguir os resultados fantásticos e que mudam e já mudaram tantas vidas. É assim, penso eu, que se avança realmente, não com críticas fáceis.

Segue a transcrição do Testemunho, e o original. Muito obrigado.


“DEPOIMENTO

Gerado de uns pais já com uma certa idade – pai com 40 anos e mãe com 31 – nasci após um longo e difícil parto.

Como se isso não fosse suficiente, vim ao mundo com espinha bífida e ancorada e com um lipoma do meningocelo (lipomeningocelo), que me foram descobertos aos 34 anos de idade, devido aos tratamentos de quimioterapia a que fui submetido para combater um linfoma linfocítico difuso de grandes células com citoplasma claro (classificação de Lukes e Collins), conforme o resultado do exame histológico efectuado pelo Laboratório do Senhor Professor Doutor Joel Serrão.

Este Linfoma foi-me diagnosticado no ano de 1986, altura em que o meu historial clínico começou a complicar-se.

De entre as complicações posso destacar o acordar muito cansado e cheio de dores no corpo todo, o muito cansaço durante todo o dia, desânimo, falta de energia e uma cada vez mais acentuada tremura nas mãos (tremura ou trémulo essencial), ao ponto de, inúmeras vezes, querer escrever e não conseguir, não ser capaz de comer uma colher de sopa, um garfo de arroz, ou de beber um copo de qualquer bebida, etc.

Recorri a neurologistas em busca de cura ou melhoras para este trémulo, mas os resultados foram nulos.

Ouvi falar no Senhor Doutor Helder da Cunha Pereira e nos seus métodos novos, mas com óptimas referências de eficiência.

Como sou uma pessoa receptiva às inovações tomei a decisão inabalável de a ele recorrer, com vista a uma cura ou, pelo menos, minorar o mal-estar.

Não foi fácil conseguir a marcação da consulta, tão sobrecarregado está a agenda do Senhor Doutor Helder.

Fui à primeira terapia.

Ao fim, sentia-me relaxado, leve, leve como uma pena, a cabeça limpa.

Mas, o que mais me admirou e regozijou foi não tremer nada das mãos.

No entanto, tinha sido alertado para o facto da tremura poder reaparecer, pois uma só terapia não seria suficiente para erradicar o trémulo.

O certo é que esse bem-estar se manteve durante a semana seguinte e nas outras duas que antecederam a nova consulta o trémulo voltou, mas quase imperceptível.

Daí para cá tenho melhorado a olhos vistos.

Até os meus amigos ficam admirados com tamanha mudança. Alguns perguntam-me se ando a tomar medicação, e quando lhes respondo que não, que estou a fazer terapia de bioenergia e do que consta, há os que aceitam e os que se riem.

Mas o certo e a verdade é que eles conheceram-me antes e estão a ver-me agora.
E mais verdade é que não tomo qualquer medicação para as tremuras.

A prova é que este depoimento já foi escrito pelo meu punho.
Posso afirmar que estou mais leve, mais solto, mais dinâmico e muito mais enérgico.

Viana do Castelo, 2020-01-23

António Gonçalves”


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Milagres Todos Os Dias

back-pain-3318065_960_720Imagine que uma senhora entra no seu consultório queixando-se de dores na lombar, na anca e na coxa esquerda (…ou num joelho, ou nas costas, ou no pescoço, ou na cabeça, ou num braço, ou com aperto no peito, ou a sofrer de depressão, ou luto, ou com um trauma, etc., que são tudo casos que recebo). A história desta senhora é mais ou menos esta: tem esta dor há vários meses ou anos. Começou por uma dor de costas ocasional. Também lhe doía os ombros e cervical de vez em quando, mas a dor no fundo das costas era a pior. Entretanto, há 6 meses atrás, essa dor lombar agravou muito, e começou a “espalhar-se”, começando a doer a anca esquerda, e “a descer” pela perna, criando uma dor sempre que está a pé ou a caminhar. Fica cansada num instante e, de facto, não consegue estar muito tempo de pé, e muito menos caminhar longamente.

Nestes últimos 6 meses, desesperada, a senhora já percorreu tudo para a ajudar. Foi ao médico, a um osteopata e a outros especialistas. Receitaram-lhe uns exames à coluna. Acusou duas hérnias na zona lombar. A dor vem daí – diagnosticaram. Tomou as medicações receitadas mas a dor não passou; fez várias sessões de fisioterapia mas não ajudaram, fez massagens e acupuntura e nada. Nada parecia resultar. Uma operação à coluna parecia ser a única opção disponível, que a senhora preferia evitar. E é aí que, desesperada, ouviu falar de mim e decide entrar-me pelo consultório adentro, tendo já ouvido falar de outros “milagres”.

Durante a sessão pergunto onde dói, desde quando, etc. Verificamos que de facto a dor está lá, mesmo sentada. Mas a pé dói mais, as costas, e caminhando um pouco ou abaixando-se então é que dói (as costas e perna). A senhora, de resto, tem já os seus 70 anos. “É da idade”, dizem os entendidos, familiares e amigos. “É normal”, dizem. Não é nada normal, nem é da idade…mas isso fica para uma outra publicação.

Tendo identificado bem os sintomas e os gatilhos que os despoletam, começo então o meu trabalho. Foco na dor, com os meus métodos, procurando libertar todas as tensões (nervosas – ou energéticas, que é o mesmo) que estão a provocar as contrações crónicas dos músculos, que levam às dores e às distorções que estão sempre presentes. Sinto algum alívio. Continuo, até ficar satisfeito de que de facto houve um alívio considerável no corpo, e nas zonas a tratar. Então pergunto-lhe: Como está agora? Levante-se e veja. Reacção típica: “bem, parece que estou melhor”, diz-me, espantada. “Está diferente é?”, pergunto. “Sim, já não me dói tanto”. Peço-lhe para testar bem, para caminhar e se baixar/dobrar para ver. “Sim, está melhor”, “só tem aqui um bocado ainda quando faço este movimento particular”. “Ótimo”, disse, “vamos então continuar e tirar esse bocado”.

Nada mal para 5-10min de trabalho energético, que não doeu nada! Normalmente as pessoas não sentem estes alívios tão rápidos e tão simples em mais nenhuma terapia, e seguramente não nos primeiros minutos, e de forma tão fantástica – sem toque, diálogo ou manipulação de qualquer espécie. Por isso ficam espantadas.

Repito então o mesmo processo para o resto das queixas que ainda se manifestam, testando sempre ao longo do trabalho. No fim da consulta a senhora sai claramente aliviada. “Vou mais leve sim”. Não só aliviei completamente as dores de costas, anca e perna, como ainda dos ombros e cervical. Sente-se bem. Pergunto para testar bem. “Sim, agora não me dói nada”. Explico que este resultado pode ser permanente, mas também podem ser necessárias mais algumas sessões para tirar alguma tensão que ainda tenha ficado. É como afinar um motor: todas as engrenagens têm que ficar alinhadas, e pode ser que alguma ainda não esteja completamente “no sítio”, e isso se manifeste ainda. Só o dia-a-dia o dirá. Assim, marco de novo para dali a umas semanas para ver como corre. Geralmente, numa segunda sessão, estão melhores. Alguma dor específica nunca mais voltou por exemplo, mas pode ainda haver alguns nós para tratar. O alívio é equivalente no fim desta segunda sessão, e cada vez dói menos. Assim se vão acumulando os benefícios – até que não sobra nada. Normalmente resolve-se tudo em 1 a 5 sessões (vá, 7 máximo), dependendo do estado do problema, e o alívio é permanente.

Milagre!

02D8B156-CB1A-4F1F-A33C-82621F5BE4A2Este exemplo concreto é típico dos casos que recebo, e parece até um “milagre” ou “magia”, principalmente pela forma como o alívio da dor foi conseguido. Mas não é. “Milagre” é o nome que se dá a um fenómeno natural para o qual as pessoas simplesmente ainda não têm explicação na altura em que o presenciam. Eu, contrariamente, tenho uma explicação objectiva, lógica e concreta para isto, porque o estudo e pratico há muitos anos e de uma forma profunda. Por isso sei que não é um milagre – é ter o conhecimento certo, e saber aplicá-lo. É claramente uma Ciência e uma Arte ao mesmo tempo. Exactamente como uma Engenharia: sabendo como funciona, os resultados são de confiança.

Como disse, o caso que relatei é típico. É raro uma pessoa não sair aliviada. É verdade que também tenho casos que parecem não responder bem a este tratamento, mas felizmente são raros – uns 10-15%, diria, dos que não levam nenhum alívio aparente. Também é verdade que muitas vezes são necessárias algumas sessões para aliviar totalmente este, ou outros sintomas que entretanto vão aparecendo – as chamadas “camadas” – ou outras quaisquer queixas que a mesma pessoa tenha. É um tratamento holístico, profundo e completo, que não trata apenas os sintomas, mas rejuvenesce a pessoa no seu todo – como olear e afinar o motor interno do organismo, como disse.

Por outro lado, vários casos complicados que tratei – como depressões, traumas, dores crónicas ou agudas – foram de facto aliviados completamente numa única sessão. Também aconteceu várias vezes, e até a mim me surpreende ainda, por vezes, a rapidez e eficácia destes métodos. O que parece escapar às pessoas é que isto é um processo específico e concreto, e que os resultados não aparecem “por milagre”, mas por um trabalho definido, consistente, replicável e previsível, que são qualidades de uma Ciência e de uma Engenharia. No geral, de uma forma certa, sequencial, cumulativa, e segura, o problema fica resolvido de forma duradoura e permanente até. A pessoa nunca mais será a mesma. Ou dito de melhor forma: a pessoa livrou-se, em algumas sessões, de uma carga nervosa acumulada durante toda uma vida, e por isso pode finalmente ser ela própria, livre e feliz novamente. Ser, até, como nunca o foi verdadeiramente até ali. É este o poder desta terapia, e é isto que os meus pacientes me reportam.

Manter A Mente Aberta

76812722_169062020823623_7632575843138946598_nPorque relato isto? Porque me espanta não se estudar mais estas incríveis possibilidades. Espanta-me de facto, ao longo destes anos, não aparecer mais gente entusiasmada com estas possibilidades, a querer realmente saber mais, aprender, estudar e divulgar. É verdade que vivo numa cidade pequena, num meio pequeno, e que a maioria das pessoas querem é ficar bem e andar para a frente. Se calhar numa grande cidade – ou noutro país – poderia ser diferente. De qualquer maneira, parece-me que há sempre medo, uma ignorância e uma resistência em relação a estes temas, e não entendo bem porquê.

Mas existem várias razões para que assim seja, acredito. Muitas destas desconfianças até entendo. Afinal, sempre houve charlatães e pessoas a dizer que fazem o que não fazem. Sempre houve e sempre haverá.

Mas: e se alguém faz mesmo? E se, em vez de ficarmos agarrados a dogmas antigos (o que é mais fácil), mantivermos a mente aberta, procurando aprender sinceramente mais, e ver de facto se realmente é ou não é verdade o que se diz? Podemos – e devemos – ser críticos, mas manter-nos também, ao mesmo tempo, abertos a possibilidades até ali “impossíveis”, o que é muito mais produtivo, pois só assim se avança. Por outro lado, vejo muitas opiniões formadas e julgamentos fáceis, e pouca abertura para aprender coisas realmente novas.

No meu caso, foi precisamente através desta abertura – mantendo ao mesmo tempo uma análise crítica, científica e objectiva – que cheguei a este nível de entendimento e de aplicação prática, e sei que qualquer pessoa que se dedique sinceramente a aprender fará o mesmo (sonho com um mundo de terapeutas energéticos informacionais em cada esquina e família!). Isto são processos naturais, universais, e fazem parte da natureza humana – para quê tapar o sol com a peneira? Ainda por cima quando são tão tão úteis à vida das pessoas… Imaginam a quantidade de vidas que estas terapias já mudaram? Centenas! Às vezes encontro pacientes que não vejo há anos e ficam sempre felizes por me ver, contando-me encantados como as suas vidas mudaram completamente desde o nosso trabalho. Estão outras pessoas! Tudo mudou! E muitas vezes foi só com uma ou duas sessões! (intensas, mas boas :)). Ainda hoje recebi um telefonema deste género…

Filtros de Percepção

O ser humano tem certos viés de pensamento (ou filtros inconscientes automáticos) que o fazem ignorar certas informações automaticamente. Isto está estudado, como o chamado “Confirmation Bias“, em que normalmente e compulsivamente nos fechamos a qualquer informação que contradiga as nossas crenças mais profundas e inconscientes. Experimentem dizer a um adepto de um clube de futebol ferrenho, por exemplo, que o seu rival é o melhor! A reação que observarem é o Confirmation Bias em acção. Todos sofremos disto, não há exceção.

Além deste aspecto, todo o conhecimento que passa para além do nosso radar de percepção e entendimento é simplesmente ignorado ou desprezado pela nossa mente, levando a um “oh, isso é treta! Eu não acredito nessas coisas”. É informação que simplesmente não é assimilada pelo nosso cérebro, que ele simplesmente não consegue discernir, porque sai completamente fora dos seus padrões e limites de referência. Não encaixam. Estes são mecanismos entranhados e automáticos da mente humana, e é preciso um certo grau de “loucura” e “pensar fora da caixa” para realmente os poder ver.

Certas tendências culturais também não ajudam, pois incentivam a desconfiança e o medo. Foram séculos de má-informação, opressão e medo. Como eu costumo dizer, em muitos aspectos, ainda vivemos com a mentalidade da idade média. O ser humano não mudou assim tanto. Eu é que devo ter vindo de outra galáxia, ou talvez do futuro! 🙂 Isto porque, quando vi alguém demonstrar estes mesmos métodos fantásticos de alívio do sofrimento, não os rejeitei à partida, mas quis logo saber mais, muito mais, e por isso estudei, pratiquei e aprendi. E verifiquei que também podia fazer os mesmos “milagres”.

Que mais estará escondido nas possibilidades do Universo?

Talentos Escondidos

sunset-4385923_1280E você, já tentou? Que talentos terá escondidos que não conhece? Só saberá se tentar, não é? A minha “loucura” está talvez em ter tentado aquilo que ninguém acreditava que era possível, e descobrir que de facto é. Algo em mim dizia que havia ali algo de real, e quis tentar e procurar ver se era verdade. Quantas surpresas, que o seu coração conhece no seu íntimo, estarão igualmente à sua espera, e não desperta os seus dons ou aptidões mais profundas simplesmente por ter medo de tentar?

Faz-me lembrar um anúncio de televisão que vi há muitos anos atrás: um grupo de amigos jogava aos dardos num bar. Um deles atira com tal precisão, que o dardo caiu incrivelmente perto do centro do alvo. Só um milagre poderia fazer com que o seu jogador oponente ficasse mais perto. Assim, este pareceu desistir, desolado, e todos abraçaram o vencedor e dirigiram-se para longe do jogo, em direcção ao bar. O seu rival, desanimado, atira na mesma o seu último dardo. Incrivelmente o milagre acontece mesmo – acerta mesmo no centro do alvo! Incrédulo e feliz, olha à sua volta para ver a reacção das pessoas, só que já ninguém o estava a ver, todos seguiram o vencedor. O lema final do anúncio (de uma cerveja, penso eu!) era algo do género: os verdadeiros milagres acontecem, mas passam desapercebidos, ou poucos se dão conta deles.

Mas acredite, os “milagres” (isto é, novas e insondáveis possibilidades) existem e são possíveis, e estão a acontecer a toda a hora, a gente é que não lhes dá a devida atenção. É, no entanto, sonhando e experimentando algo nunca antes experimentado que o mundo avança. Em particular, e na minha área, existe uma tecnologia impressionante de alívio de sintomas físicos, emocionais e psicológicos de forma rápida e eficaz.

Afinal, já estamos no Século XXI: se tudo avançou tanto em tantas vertentes, porque não é mesmo no alívio de dores e sofrimento?

Na verdade, estas possibilidades não são “milagres místicos e misteriosos” – são fenómenos naturais que estão só à espera de serem des-cobertos, da mesma forma que a comunicação por telemóvel, a televisão, os aviões e afins estavam apenas à espera de serem descobertos. Mais e melhor é realmente possível, e eu já provei isto centenas, senão milhares de vezes. Está aí para quem quiser observar. Não é nada de tenebroso ou misterioso. Só é preciso entender. E eu explico-o bem no meu livro, da melhor forma que conheço, para quem quiser aprender. Não só como isto das “Terapias em Bioenergia e Informação” funcionam, mas também explico os mecanismos internos que de facto nos levam ao sofrimento (não é o que pensamos que é) – para realmente deixarmos de sofrer de forma rápida, natural e eficaz. É outra cultura.

Como Desaparece uma Doença Crónica? Bronquite Asmática Curada.

Este vídeo-testemunho mostra como bronquite asmática de uma vida desapareceu em 2 sessões de TBI /BIT, com a resolução e alívio de tensões emocionais. A bomba não foi mais necessária como era até então.

Segundo a Medicina, esta doença seria para toda a vida – como desaparece assim tão rapidamente e tão completamente?

Não é milagre nem acidente. “Milagres” como estes são facilitados por mim com consistência e predictabilidade graças à tecnologia das Terapias em Bioenergia e Informação (TBI / BIT). O alívio de tensões emocionais de uma vida (que todos carregamos consciente ou sub-conscientemente) levam ao melhoramento do fluxo neuronal e vital no organismo, que se regenera rapidamente. É assim que problemas crónicos – como bronquite asmática por exemplo – são aliviados, com resultados persistentes. Quando nos abrimos à possibilidade de que de facto somos seres energéticos (sem necessidade de esoterismos), muito mais é possível.

Saiba mais sobre esta nova tecnologia do ser humano – que não usa nem medicamentos, nem máquinas, nem nada – através do livro “Somos Seres de Luz – A Arte e a Ciência da Terapia em Bioenergia e Informação“, por Helder Pereira.

Grato também a esta minha paciente pela coragem em divulgar a sua experiência. Isto ajuda a demonstrar como estas possibilidades – ainda não bem-entendidas – existem e como são benéficas! Experiências como estas são comuns, mas a maioria dos casos não são gravados. Penso que é algo que deveria ser ensinado e praticado nas escolas, hospitais, centros médicos, clínicas, etc. Não será para o meu tempo com certeza, mas darei o meu melhor em mostrar que é possível, e em explicar como funciona. Bem-haja a todos!

Uma Cura Improvisada

Ontem reparei numa senhora a mancar muito caminhando, a sua cara contorcida de dor de cada vez que pousava o pé esquerdo no chão. Perguntei-lhe o que se passava: uma dor lancinante no joelho esquerdo, de vários anos. Propus-lhe fazer a minha “Cura por Foco Mental”. Em 30min estava sem dor nenhuma. Podia caminhar, dobrar o joelho, fazer o quatro – tudo sem dor e sem sacrifício, algo totalmente impossível alguns minutos antes.

Resultados como estes são replicáveis, consistentes e duradouros. É uma arte e uma ciência ao mesmo tempo.

Mas como é possível?

Saiba mais sobre o ser humano como energia e informação, e a origem do seu sofrimento: —–> terapiaenergetica.pt/o-livro/

Tirar Dores a Kilómetros de Distância?! Como é possível?

É possível eliminar dores crónicas de uma vida à distância pelo telefone ou internet? Sim! Ver testemunho abaixo – de Viana para o Sul do país, acabar com dores físicas e emocionais sem toque.
Como diz uma paciente minha: “como funciona isto?! É um tipo de internet sem fios!” E é verdade! 🙂
Entenda a Ciência de como isto é possível através do livro “Somos Seres de Luz”
Testemunho Maria Antónia Matos Jun2019
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Quer queiramos quer não somos seres altamente avançados, com capacidades muito pouco conhecidas. Todos nós somos como antenas, e podemos comunicar intimamente à distância, quando aprendemos como. E, nesta comunicação, podemos suavizar profundamente as dores das pessoas…