Milagres Todos Os Dias

back-pain-3318065_960_720Imagine que uma senhora entra no seu consultório queixando-se de dores na lombar, na anca e na coxa esquerda (…ou num joelho, ou nas costas, ou no pescoço, ou na cabeça, ou num braço, ou com aperto no peito, ou a sofrer de depressão, ou luto, ou com um trauma, etc., que são tudo casos que recebo). A história desta senhora é mais ou menos esta: tem esta dor há vários meses ou anos. Começou por uma dor de costas ocasional. Também lhe doía os ombros e cervical de vez em quando, mas a dor no fundo das costas era a pior. Entretanto, há 6 meses atrás, essa dor lombar agravou muito, e começou a “espalhar-se”, começando a doer a anca esquerda, e “a descer” pela perna, criando uma dor sempre que está a pé ou a caminhar. Fica cansada num instante e, de facto, não consegue estar muito tempo de pé, e muito menos caminhar longamente.

Nestes últimos 6 meses, desesperada, a senhora já percorreu tudo para a ajudar. Foi ao médico, a um osteopata e a outros especialistas. Receitaram-lhe uns exames à coluna. Acusou duas hérnias na zona lombar. A dor vem daí – diagnosticaram. Tomou as medicações receitadas mas a dor não passou; fez várias sessões de fisioterapia mas não ajudaram, fez massagens e acupuntura e nada. Nada parecia resultar. Uma operação à coluna parecia ser a única opção disponível, que a senhora preferia evitar. E é aí que, desesperada, ouviu falar de mim e decide entrar-me pelo consultório adentro, tendo já ouvido falar de outros “milagres”.

Durante a sessão pergunto onde dói, desde quando, etc. Verificamos que de facto a dor está lá, mesmo sentada. Mas a pé dói mais, as costas, e caminhando um pouco ou abaixando-se então é que dói (as costas e perna). A senhora, de resto, tem já os seus 70 anos. “É da idade”, dizem os entendidos, familiares e amigos. “É normal”, dizem. Não é nada normal, nem é da idade…mas isso fica para uma outra publicação.

Tendo identificado bem os sintomas e os gatilhos que os despoletam, começo então o meu trabalho. Foco na dor, com os meus métodos, procurando libertar todas as tensões (nervosas – ou energéticas, que é o mesmo) que estão a provocar as contrações crónicas dos músculos, que levam às dores e às distorções que estão sempre presentes. Sinto algum alívio. Continuo, até ficar satisfeito de que de facto houve um alívio considerável no corpo, e nas zonas a tratar. Então pergunto-lhe: Como está agora? Levante-se e veja. Reacção típica: “bem, parece que estou melhor”, diz-me, espantada. “Está diferente é?”, pergunto. “Sim, já não me dói tanto”. Peço-lhe para testar bem, para caminhar e se baixar/dobrar para ver. “Sim, está melhor”, “só tem aqui um bocado ainda quando faço este movimento particular”. “Ótimo”, disse, “vamos então continuar e tirar esse bocado”.

Nada mal para 5-10min de trabalho energético, que não doeu nada! Normalmente as pessoas não sentem estes alívios tão rápidos e tão simples em mais nenhuma terapia, e seguramente não nos primeiros minutos, e de forma tão fantástica – sem toque, diálogo ou manipulação de qualquer espécie. Por isso ficam espantadas.

Repito então o mesmo processo para o resto das queixas que ainda se manifestam, testando sempre ao longo do trabalho. No fim da consulta a senhora sai claramente aliviada. “Vou mais leve sim”. Não só aliviei completamente as dores de costas, anca e perna, como ainda dos ombros e cervical. Sente-se bem. Pergunto para testar bem. “Sim, agora não me dói nada”. Explico que este resultado pode ser permanente, mas também podem ser necessárias mais algumas sessões para tirar alguma tensão que ainda tenha ficado. É como afinar um motor: todas as engrenagens têm que ficar alinhadas, e pode ser que alguma ainda não esteja completamente “no sítio”, e isso se manifeste ainda. Só o dia-a-dia o dirá. Assim, marco de novo para dali a umas semanas para ver como corre. Geralmente, numa segunda sessão, estão melhores. Alguma dor específica nunca mais voltou por exemplo, mas pode ainda haver alguns nós para tratar. O alívio é equivalente no fim desta segunda sessão, e cada vez dói menos. Assim se vão acumulando os benefícios – até que não sobra nada. Normalmente resolve-se tudo em 1 a 5 sessões (vá, 7 máximo), dependendo do estado do problema, e o alívio é permanente.

Milagre!

02D8B156-CB1A-4F1F-A33C-82621F5BE4A2Este exemplo concreto é típico dos casos que recebo, e parece até um “milagre” ou “magia”, principalmente pela forma como o alívio da dor foi conseguido. Mas não é. “Milagre” é o nome que se dá a um fenómeno natural para o qual as pessoas simplesmente ainda não têm explicação na altura em que o presenciam. Eu, contrariamente, tenho uma explicação objectiva, lógica e concreta para isto, porque o estudo e pratico há muitos anos e de uma forma profunda. Por isso sei que não é um milagre – é ter o conhecimento certo, e saber aplicá-lo. É claramente uma Ciência e uma Arte ao mesmo tempo. Exactamente como uma Engenharia: sabendo como funciona, os resultados são de confiança.

Como disse, o caso que relatei é típico. É raro uma pessoa não sair aliviada. É verdade que também tenho casos que parecem não responder bem a este tratamento, mas felizmente são raros – uns 10-15%, diria, dos que não levam nenhum alívio aparente. Também é verdade que muitas vezes são necessárias algumas sessões para aliviar totalmente este, ou outros sintomas que entretanto vão aparecendo – as chamadas “camadas” – ou outras quaisquer queixas que a mesma pessoa tenha. É um tratamento holístico, profundo e completo, que não trata apenas os sintomas, mas rejuvenesce a pessoa no seu todo – como olear e afinar o motor interno do organismo, como disse.

Por outro lado, vários casos complicados que tratei – como depressões, traumas, dores crónicas ou agudas – foram de facto aliviados completamente numa única sessão. Também aconteceu várias vezes, e até a mim me surpreende ainda, por vezes, a rapidez e eficácia destes métodos. O que parece escapar às pessoas é que isto é um processo específico e concreto, e que os resultados não aparecem “por milagre”, mas por um trabalho definido, consistente, replicável e previsível, que são qualidades de uma Ciência e de uma Engenharia. No geral, de uma forma certa, sequencial, cumulativa, e segura, o problema fica resolvido de forma duradoura e permanente até. A pessoa nunca mais será a mesma. Ou dito de melhor forma: a pessoa livrou-se, em algumas sessões, de uma carga nervosa acumulada durante toda uma vida, e por isso pode finalmente ser ela própria, livre e feliz novamente. Ser, até, como nunca o foi verdadeiramente até ali. É este o poder desta terapia, e é isto que os meus pacientes me reportam.

Manter A Mente Aberta

76812722_169062020823623_7632575843138946598_nPorque relato isto? Porque me espanta não se estudar mais estas incríveis possibilidades. Espanta-me de facto, ao longo destes anos, não aparecer mais gente entusiasmada com estas possibilidades, a querer realmente saber mais, aprender, estudar e divulgar. É verdade que vivo numa cidade pequena, num meio pequeno, e que a maioria das pessoas querem é ficar bem e andar para a frente. Se calhar numa grande cidade – ou noutro país – poderia ser diferente. De qualquer maneira, parece-me que há sempre medo, uma ignorância e uma resistência em relação a estes temas, e não entendo bem porquê.

Mas existem várias razões para que assim seja, acredito. Muitas destas desconfianças até entendo. Afinal, sempre houve charlatães e pessoas a dizer que fazem o que não fazem. Sempre houve e sempre haverá.

Mas: e se alguém faz mesmo? E se, em vez de ficarmos agarrados a dogmas antigos (o que é mais fácil), mantivermos a mente aberta, procurando aprender sinceramente mais, e ver de facto se realmente é ou não é verdade o que se diz? Podemos – e devemos – ser críticos, mas manter-nos também, ao mesmo tempo, abertos a possibilidades até ali “impossíveis”, o que é muito mais produtivo, pois só assim se avança. Por outro lado, vejo muitas opiniões formadas e julgamentos fáceis, e pouca abertura para aprender coisas realmente novas.

No meu caso, foi precisamente através desta abertura – mantendo ao mesmo tempo uma análise crítica, científica e objectiva – que cheguei a este nível de entendimento e de aplicação prática, e sei que qualquer pessoa que se dedique sinceramente a aprender fará o mesmo (sonho com um mundo de terapeutas energéticos informacionais em cada esquina e família!). Isto são processos naturais, universais, e fazem parte da natureza humana – para quê tapar o sol com a peneira? Ainda por cima quando são tão tão úteis à vida das pessoas… Imaginam a quantidade de vidas que estas terapias já mudaram? Centenas! Às vezes encontro pacientes que não vejo há anos e ficam sempre felizes por me ver, contando-me encantados como as suas vidas mudaram completamente desde o nosso trabalho. Estão outras pessoas! Tudo mudou! E muitas vezes foi só com uma ou duas sessões! (intensas, mas boas :)). Ainda hoje recebi um telefonema deste género…

Filtros de Percepção

O ser humano tem certos viés de pensamento (ou filtros inconscientes automáticos) que o fazem ignorar certas informações automaticamente. Isto está estudado, como o chamado “Confirmation Bias“, em que normalmente e compulsivamente nos fechamos a qualquer informação que contradiga as nossas crenças mais profundas e inconscientes. Experimentem dizer a um adepto de um clube de futebol ferrenho, por exemplo, que o seu rival é o melhor! A reação que observarem é o Confirmation Bias em acção. Todos sofremos disto, não há exceção.

Além deste aspecto, todo o conhecimento que passa para além do nosso radar de percepção e entendimento é simplesmente ignorado ou desprezado pela nossa mente, levando a um “oh, isso é treta! Eu não acredito nessas coisas”. É informação que simplesmente não é assimilada pelo nosso cérebro, que ele simplesmente não consegue discernir, porque sai completamente fora dos seus padrões e limites de referência. Não encaixam. Estes são mecanismos entranhados e automáticos da mente humana, e é preciso um certo grau de “loucura” e “pensar fora da caixa” para realmente os poder ver.

Certas tendências culturais também não ajudam, pois incentivam a desconfiança e o medo. Foram séculos de má-informação, opressão e medo. Como eu costumo dizer, em muitos aspectos, ainda vivemos com a mentalidade da idade média. O ser humano não mudou assim tanto. Eu é que devo ter vindo de outra galáxia, ou talvez do futuro! 🙂 Isto porque, quando vi alguém demonstrar estes mesmos métodos fantásticos de alívio do sofrimento, não os rejeitei à partida, mas quis logo saber mais, muito mais, e por isso estudei, pratiquei e aprendi. E verifiquei que também podia fazer os mesmos “milagres”.

Que mais estará escondido nas possibilidades do Universo?

Talentos Escondidos

sunset-4385923_1280E você, já tentou? Que talentos terá escondidos que não conhece? Só saberá se tentar, não é? A minha “loucura” está talvez em ter tentado aquilo que ninguém acreditava que era possível, e descobrir que de facto é. Algo em mim dizia que havia ali algo de real, e quis tentar e procurar ver se era verdade. Quantas surpresas, que o seu coração conhece no seu íntimo, estarão igualmente à sua espera, e não desperta os seus dons ou aptidões mais profundas simplesmente por ter medo de tentar?

Faz-me lembrar um anúncio de televisão que vi há muitos anos atrás: um grupo de amigos jogava aos dardos num bar. Um deles atira com tal precisão, que o dardo caiu incrivelmente perto do centro do alvo. Só um milagre poderia fazer com que o seu jogador oponente ficasse mais perto. Assim, este pareceu desistir, desolado, e todos abraçaram o vencedor e dirigiram-se para longe do jogo, em direcção ao bar. O seu rival, desanimado, atira na mesma o seu último dardo. Incrivelmente o milagre acontece mesmo – acerta mesmo no centro do alvo! Incrédulo e feliz, olha à sua volta para ver a reacção das pessoas, só que já ninguém o estava a ver, todos seguiram o vencedor. O lema final do anúncio (de uma cerveja, penso eu!) era algo do género: os verdadeiros milagres acontecem, mas passam desapercebidos, ou poucos se dão conta deles.

Mas acredite, os “milagres” (isto é, novas e insondáveis possibilidades) existem e são possíveis, e estão a acontecer a toda a hora, a gente é que não lhes dá a devida atenção. É, no entanto, sonhando e experimentando algo nunca antes experimentado que o mundo avança. Em particular, e na minha área, existe uma tecnologia impressionante de alívio de sintomas físicos, emocionais e psicológicos de forma rápida e eficaz.

Afinal, já estamos no Século XXI: se tudo avançou tanto em tantas vertentes, porque não é mesmo no alívio de dores e sofrimento?

Na verdade, estas possibilidades não são “milagres místicos e misteriosos” – são fenómenos naturais que estão só à espera de serem des-cobertos, da mesma forma que a comunicação por telemóvel, a televisão, os aviões e afins estavam apenas à espera de serem descobertos. Mais e melhor é realmente possível, e eu já provei isto centenas, senão milhares de vezes. Está aí para quem quiser observar. Não é nada de tenebroso ou misterioso. Só é preciso entender. E eu explico-o bem no meu livro, da melhor forma que conheço, para quem quiser aprender. Não só como isto das “Terapias em Bioenergia e Informação” funcionam, mas também explico os mecanismos internos que de facto nos levam ao sofrimento (não é o que pensamos que é) – para realmente deixarmos de sofrer de forma rápida, natural e eficaz. É outra cultura.

2 comentários em “Milagres Todos Os Dias”

  1. O seu trabalho é incrível e quero mesmo uma consulta consigo para me libertar das dores,mas principalmente uma pessoa diferente. Pois,caso contrário as dores voltarão…

    A quinta, 12/12/2019, 11:27, TBI / BIT® – Terapia Natural para o Alívio do

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *